Novos acessórios da Radioterapia do Hospital Mãe de Deus ampliam conforto e precisão do posicionamento

Inéditas no Rio Grande do Sul, as máscaras em material termoplástico são abertas e não cobrem o rosto do paciente

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Novembro de 2015 Edição do Mês

Da Redação


 

 

Para maior conforto dos pacientes e aumento da precisão durante a aplicação, a Unidade de Radioterapia do Hospital Mãe de Deus utiliza, em seus pacientes, novas máscaras abertas para tratamento de cabeça e pescoço. Os itens são feitas de material termoplástico, um tipo de plástico que se torna maleável quando imerso em água quente e, ao contrário dos modelos tradicionais, não cobrem o rosto dos pacientes. O uso dos novos acessórios é inédito no Rio Grande do Sul.

Como são moldadas diretamente no rosto de cada paciente, tornam-se exclusivas e perfeitamente anatômicas, o que facilita a marcação exata da região que deve receber o tratamento. Além disso, por não serem fechadas, aumentam o bem-estar e a tolerabilidade dos pacientes, principalmente para quem sofre de claustrofobia.

O físico-médico William Trinca da Unidade de Radioterapia informa que o material é importado da Bélgica. Os moldes são feitos por tecnólogos em radioterapia da unidade. Como cada paciente tem sua máscara – que fica guardada na unidade – toda vez que ele vai fazer o tratamento com radioterapia, a posição correta para imobilidade já está marcada, garantindo o posicionamento adequado e a precisão da aplicação. Atualmente, são atendidos entre 10 a 15 pacientes por mês para esse tipo de tratamento de cabeça e pescoço.

A unidade também é referência em aplicações de altíssima precisão, como a radiocirurgia (aplicação única ou fracionada) para tratamento de lesões cerebrais pequenas e, em alguns casos específicos de câncer de pulmão, fígado e da coluna vertebral, oferecendo uma alternativa tecnologicamente avançada para a área da oncologia. Entre as alternativas de terapias, a técnica de Arco Modulado reduz drasticamente o tempo de tratamento, colaborando principalmente na qualidade assistencial do paciente e na eficácia no combate à doença. Essa técnica passou a ser usada a partir da instalação, em agosto de 2013, do equipamento Trilogy, que reduz drasticamente o tempo de tratamento, colaborando principalmente na qualidade assistencial do paciente e na eficácia no combate à doença.

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